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Resenha: “Dias Perfeitos – Raphael Montes”

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Bom dia! Comecei o livro anteontem e o terminei hoje pela manhã. Uma característica do Raphael Montes, é escrever de forma que não respiremos até o último capitulo, com este livro não foi diferente. E comecemos a resenha:

Téo, estudante de medicina, pouco sociável, cuida de sua mãe paralítica quando não está na faculdade, inclusive, levando-a para a missa todos os domingos.  Tinha em um cadáver da sala de anatomia, a quem carinhosamente chamava de Gertrudes, uma confidente. Clarice, estudante de história das artes, um espírito livre, que gosta de beber, escrever e viver. O que eles tem em comum? Se encontrarão em um churrasco de uma amiga em comum que Clarice tem com a mãe de Téo. Na desculpa de pegar  um isqueiro emprestado, Clarice puxa assunto com Téo, que está ali apenas para acompanhar a mãe, já que ele é vegetariano. Ele diz a ela não fumar e portanto, não tinha o tal isqueiro. Ela não satisfeita, pede a ele que lhe empreste o celular e deixa registrado seu próprio telefone. Ato do qual ela se arrependeria amargamente depois. Téo se apaixona perdidamente pela estranha e começa levantar tudo sobre ela.  Um dia, seguindo-a, a encontra bêbada e a leva para casa. Ao chegarem, ele é questionado pela mãe da jovem sobre quem seria ele, Clarice prontamente responde à mãe que ele é o namorado atual e no outro dia, Téo acreditando no que ouviu no dia anterior, retorna à casa da moça. Eles se desentendem, Clarice o expulsa, diz que fará uma pequena viagem para terminar seu roteiro, Téo que aquela altura, dizia a si mesmo que não conseguiria viver sem ela, a agride e a sequestra. Começa aqui o maior pesadelo da vida de Clarice. A obsessão  de Téo por Clarice, a imposição de querer que ela o ame de qualquer maneira, traçará uma história de tirar o fôlego, onde por mais que o livro pareça curto, o final parecerá estar a centenas de folhas do alcance de nossos olhos. Haja ansiedade! Uma trama angustiante, repleta de suspense que nos conduzirá, durante a leitura, por sentimentos conflitantes de medo, raiva e algumas vezes frustração. E o final? O final é BIZARRO.  Segundo livro deste autor nacional sensacional que tenho a oportunidade de ler, não é tão bom quanto Suicidas, já resenhado aqui neste blog,  mas que não decepciona em nada, nadinha mesmo. Convido você para ler esse livro intrigante e deixar sua opinião nos comentários. Se você já leu e gostou ou não, comente também. Mais uma vez muito obrigada por acompanhar este blog.

Onde Adquirir:

Amazon: Edição Física: R$27,90 ou apenas R$12,50 na versão digital para Kindle.

Lembrando que se você optar por adquirir esse exemplar por meio dos links acima, você estará ajudando o blog a crescer. Eles são confiáveis e podem ser afirmados pela própria Amazon.com por motivo de associação parceira. Curta também nossas redes sociais.

Os preços aqui descritos são os de hoje e podem variar conforme a data e a disponibilidade dos itens no estoque. O blog não tem quaisquer parcerias com as editoras mencionadas.

Muito obrigada e volte sempre!

 

 

 

Resenha: “Na Escuridão da Mente – Paul Tremblay”

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Com essa resenha, começo o mês do #OutubrodoHorror , com gêneros que vão variar do policial ao horror de fato, ficcionais ou não. Não sei quanto a vocês, mas posso dizer que se trata de uma das minhas categorias prediletas.  Hahahahahahaha! Então, no mês do Halloween, vamos publicar muitas resenhas repletas de sustos, assim espero!! Não vou seguir os livros da modinha, vou caminhar por lados diferentes do tradicional, lendo alguns autores nacionais e livros que há muito não se ouve falar deles. Acompanhem e se divirtam! Vamos a resenha:

Li este livro pelo kindle, foi uma leitura rápida por que a curiosidade em saber o que aconteceria a seguir, em muitas noites, foi maior que o meu sono. Um dia, assistindo à um canal literário no YouTube, ouvi, pela primeira vez sobre este livro, de publicação da Editora Bertrand Brasil. Me interessei, pesquisei por qualificações no Skoob e corri atrás. Digamos que não me arrependi, até mesmo porque, ele conta com uma recomendação de Stephen King na capa, embora não tenha achado tudo isso. Ele é dividido em três partes e vai narrar a inusitada história da família Barret. Se você gosta de livros que abordam exorcismo e possessão, este vai ser um desafio.                                                                          Na primeira parte, nos depararemos Meredith Barret, adulta, iniciando a narração dos fatos que ocorrera 15 anos antes para Rachel Neville, uma famosa autora, que pretende pesquisar a verdadeira história da família Barret  e redigi-la em um livro de sua autoria. Ela retorna aos tempos de quando tinha 8 anos de idade e conta em primeira pessoa sobre como era a sua infância, seu convivo com a irmã Marjorie Barret,  então com quatorze anos de idade, e com os seus pais antes de todo pesadelo ter inicio.  Ainda nesta parte, seu pai perde o emprego, as dificuldades e a “doença” da irmã surgem.

“Há dias em que tudo parece ser algo que aconteceu com outra pessoa e, de certa forma, essa é a verdade.”

Já na segunda parte, ainda envolvida com a narração de uma menininha assustada de 8 anos, vemos aprofundadamente sobre o mal que atingia Marjorie, o tratamento médico psiquiátrico no qual era submetida, quando começa faltar alimentos em casa e como seu pai, John, um homem religioso e desesperado, conclui que a filha mais velha está possuída por demônios, recorrendo à Igreja e ao Padre Wanderly, enxergando uma alternativa para a cura da mesma. Ainda falará sobre a mudança de ritmo na vidinha da pequena Merry (apelido carinhoso de Meredith na infância), e de como enfrentou e aceitou tudo pois não haviam alternativas. Então, o sacerdote, tendo conhecimento da situação financeira da família, propõe a John que permita a filmagem dos rituais católicos pelo Canal Discovery que transformará a vida da família em um excêntrico reality show, prontamente aceito pelo patriarca.  Essa parte abordará os limites entre a doença mental e algo sobrenatural que necessita de interferência religiosa. Tratará do que a dificuldade financeira, enfrentada dolorosamente por um pai de família, é capaz de fazer, pelo menos temporariamente, para saciar a fome dos seus e garantir-lhes um teto. Mesmo que isso implique em toda uma equipe de produção coabitando a casa da família, lhes retirando a privacidade e o resto de sua dignidade. Contempla também o fanatismo religioso e suas consequências, além da perversidade da mente humana.

“Eu  não sou uma criatura – disse ela – Eu sou… sou Marjorie, uma garota de quatorze anos, com medo de tudo, que não sabe o motivo de ouvir vozes que lhe dizem coisas confusas. E tento, tento ser boa. Tento não ouvi-las.”

A terceira parte, eu não definiria de outra maneira, é literalmente um soco no estômago. Seu final, é bizarro. Me fez querer raciocinar sobre tudo o que foi lido nos capítulos anteriores,  é surpreendentemente sombrio. Acredite, até aqui não houve um único spoiler, não costumo dar spoilers, por mais que meus textos sejam longos. Por detrás de tudo o que foi dito, vocês não imaginam quanta coisa não foi mencionada, quantas informações, situações e personagens  que aguardam serem desvendados pelo próximo leitor.  Não diria que o livro foi assustador, apesar do fato de ser uma narração pueril em primeira pessoa, onde constantemente absorvi seu temor infantil, me deixando, de certa maneira, bem tensa, mas confesso que me espantei demais com o desfecho, ele me fez sentir um medo supremo de toda a obra.  A trama se desenrola de maneira envolvente e de fácil compreensão por parte do leitor, sem grandes sustos ou grandes complicações. No Skoob, dei 4 estrelas de 5, apenas por algumas partes que não achei necessárias, como por exemplo, a blogueira, que nem fiz questão de citar aqui. Dos últimos livros que li, foi um dos melhores. Recomendo, se desafie, até aonde vai o seu medo?

 

ONDE ADQUIRIR:

Amazon: Edição física -R$25,90, Edição Digital Kindle – R$25,11

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Resenha: “O Último Adeus – Cynthia Hand”

 

 

“Os que amamos nunca realmente se vão.”

Comecei a ler este livro pela temática do #SetembroAmarelo, mês de prevenção ao suicídio. E até então não imaginava que ele entraria para o ranking dos meus favoritos. Normalmente, obras que falam de perdas são dolorosas, difíceis de ler, mas esta, foi conduzida de maneira explicita e ao mesmo tempo suave e de fácil leitura. Nunca poderei dizer que entendo totalmente a dor de Alexis Riggs, porque nessa vida, não tive irmãos para perder, sou filha única. Porém, como mãe e como amiga de pessoas queridas a quem considero irmãs, consigo imaginar, até porque, pela perfeição da escrita não tem como não sentirmos, não vivenciarmos, não chorarmos.

“Ajude o barco de seu irmão a atravessar, e você chegará à margem.” – Provérbio Hindu

O livro começa com a personagem Alexis Riggs escrevendo um diário, sugestão de seu terapeuta Dave, para que ela pudesse desabafar como se sentia a respeito da morte do irmão e rememorar lembranças boas ao lado dele.  Para Dave, era parte de uma terapia que ajuda familiares de vítimas de suicidas a lidarem com a culpa e com o luto, para Alexis, um reencontro consigo mesma e com tudo o que Ty representava em sua vida.

“Quando estávamos todos felizes, e estávamos juntos, e estávamos seguros.  Eu não sabia. Eu não sabia.”

Todo narrado em primeira pessoa, Lex discorre sobre seu dia a dia em capítulos comuns, pesadelos, volta à escola depois do enterro do irmão, convivência com seus pais separados e amigos e sobre a culpa que carregava por Ty não estar mais alí.  Nas páginas do diário que são intitulados pelas datas, ela fala das lembranças com Ty, sobre a infância feliz enquanto toda família estava unida, dos desafios e obstáculos que enfrentaram juntos, sobre a cumplicidade que havia entre eles, a respeito das brigas e onde ela se aprofunda sobre a sensação da culpa, hora admitindo para si,  hora culpando o próprio Ty, por sua dor e pelas dor de todos que o amavam.

“No fim, eu não deveria ter me preocupado se ele cumpriria sua promessa. Deveria ter pensado se eu cumpriria a minha.”

Alexis ou Lex, como carinhosamente era chamada por todos que a conheciam, era uma estudante nada comum do último ano do Ensino Médio que com grande domínio sobre a matemática, sonhava um dia ir para o Massachusetts Institute of Technology (MIT) em Boston. Convivia com seu grupo de amigos “Nerds”, tinha um namorado, Steven, com quem tinha bom relacionamento, mas possuía dificuldades em admitir sentimentos (que piorou), pois seu modo de pensar era totalmente racional. Acreditava que a razão e os números explicavam tudo, afinal de contas só a ‘matemática era segura e confiável’ e a Sequência de Fibonacci*, era sua tábua de salvação. Tyler Riggs, conhecido como Ty, estudante do segundo ano do Ensino Médio, jogador de Basquete pela escola que estudava com Lex, sua irmã mais velha, ainda não pensava muito na faculdade, namorava a líder de torcida, Ashley Davenport e era parte do trio inseparável de amigos: Patrick, Damian e Ty. Tyler e Alexie, irmãos, amigos, cúmplices, ambos pertenciam a uma família tradicional americana, até que os pais se divorciaram, residentes na pequena Raymond no Estado de Nebraska. Ambos não se conformavam com o divorcio dos pais, com o fim do “tradicional” no quesito família americana.

“É engraçado como, às vezes, não vemos as coisas mais óbvias. Você acha que sabe o que a vida tem reservado para você. Acha que está preparada. Acha que pode enfrentar. Então… BUM!, algo vem do nada e pega você desprevenida.”

Alexis se lembra das noites de terça em que ambos jantavam com pai “traidor”, o homem que os abandonou por sua secretária, e amaldiçoava Ty por ter deixado o fardo apenas para ela. Mas pouco se lembra da noite do dia 20 de Dezembro, a noite que Ty partiu para eternidade, que deixou ela e a mãe sobrevivendo ou invés de vivendo. E a partir daqui, com a ajuda da escrita do diário, Lex passa tentar ajudar a mãe que está prestes a desabar, passa a procurar culpados pelo suicídio do “seu bebê”, ela se culpa, o culpa, culpa seus pais, mas de quem realmente seria a culpa? Naquele momento, ela só enxergava o abandono daquele que era uma de suas melhores partes, seu cúmplice, seu melhor amigo. A única coisa que Tyler deixa, além da carta para a ex-namorada (um outro mistério do livro), é um post-it escrito: “Desculpa, mãe! Mas eu estava muito vazio.”

“Sinto a garganta apertar. Sinto saudade, sinto saudade, sinto saudade. O buraco em meu peito explode. Não consigo respirar, não consigo respirar. (…) Sou uma tábua exposta à chuva, é impossível me desempenar. Agora sou assim, retorcida.”

Este livro, uma edição caprichadíssima da editora DarkSide Books, nos mostra o quanto a depressão pode ser nociva e fatal. A medida que Lex tenta juntar os pedaços para encontrar os motivos do ato de Tyler, e que tenta também juntar os pedaços de si mesma para poder continuar, a obra nos convida a refletir sobre o fato de acharmos, algumas vezes, que temos o controle de tudo e de todas as coisas, como gostamos de pensar que temos. Muitos ao nosso lado podem estar sentido o “vazio” de Ty, não exatamente pelos mesmos motivos mas, estão à um passo de se atirarem ao abismo e nem nos damos conta disso. Ele nos mostra que quando se trata de lidar com o luto, o dos familiares de um suicida é muito pior, pois envolve a culpa que consome quem fica e a prática do perdão se torna necessária.

“O perdão é confuso, Alexis, porque, no fim, tem mais a ver com você do que com a pessoa que está sendo perdoada.”

Convido você a fazer parte desta reflexão lendo esta obra maravilhosa. Venha descobrir o que Alexis reuniu sobre o suicídio de Ty, os detalhes de suas memórias, a conclusão que chegou sobre tal atitude do irmão e o que ela veio a descobrir sobre ela mesma. Você se verá algumas vezes na Alexis e que quem sabe,  descobrirá que conhece algum “Ty” a quem poderá ajudar. Venha sorrir e chorar com esses irmãos intrigantes. Descubra também que a autora passou por algo semelhante em um capítulo especial no final do livro. E deixe sua opinião aqui nos comentários.

 

*Sequência de Fibonacci: é o nome em homenagem a um matemático italiano que  escreveu sobre ela em 1202. Os números de Fibonacci estão em todos os cantos, na natureza, até no padrão das folhas, em um galho ou no modo com que os círculos se apresentam na casca de um abacaxi ou na organização das sementes em uma pinha. Consiste na sequência de números em que cada um, é a soma dos outros dois anteriores, como exemplificado aqui: 0,1,1,2,3,5,8,13,21… 0+1=1, 1+1=2, 2+1=3, 3+2=5, 5+3=8, 8+5=13, 13+8=21 e assim sucessivamente.

OBS 1: Se você precisa de ajuda, se precisa conversar com alguém, entre em contato com:

Centro de Valorização da Vida – CVV ou pelo telefone 141 onde voluntários estão 24 horas por dia prontos e capacitados para ouvi-lo

Associação Brasileira de Familiares, Amigos e Portadores de Transtornos Afetivos – ABRATA ou ligue (0xx11) 32564831 caso você conheça alguém que esteja passando por algo do tipo.

Associação Pró Saúde Mental – FÊNIX ou ligue (0xx11) 32081225

O #SetembroAmarelo terminou mas os que precisam de ajuda, continuam por aí.

ONDE ADQUIRIR:

Amazon: Edição Capa Dura

OBS²:  Adquirindo este livro, versão física ou digital, você pode ajudar o Piscina de Livros a crescer pela parceria com a Amazon. Não perca a oportunidade de adquirir essa obra incrível.

“Sim! Eles existem! – Por: Célia Rabelo Silva”

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Uma vez me disseram que super-heróis não existem, mas que os vilões, esses sim eram reais. Como pode existir somente os “monstros”? – Eu me perguntava, infelizmente ou felizmente, descobri que todos mentiam, que super-heróis existem sim e são quase como na ficção. Andam por aí anonimamente, com roupas normais, empregos comuns, fazendo coisas simples, nada que fuja ao cotidiano rotineiro de todos nós, mas é quando menos se espera que eles se despem do habitual e seus superpoderes aparecem. Pena que não são imbatíveis. Então nos lembramos que na quimera, todos guardam suas vulnerabilidades, que podem padecer e isso, de certa forma, nos consola quando nos deparamos com nossos defensores de verdade. Aquelas crianças estudavam com um deles, com uma heroína de verdade, disfarçada de professora, salvando-os de um monstro cuspidor de chamas, não conseguiu socorrer a todos, pois sua fraqueza era o fogo, porém, resgatou a maioria, usou de seus superpoderes e resistiu até que quase 100% de seu corpo padecesse em queimaduras, mas gladiou até o fim. No futuro, creio que essas crianças olharão o céu na esperança de vê-la voando por aí, em defesa da humanidade contra tudo e todos os que são maléficos e por isso, nunca irão esquece-la, perpetuarão sua história. Afinal de contas, super-heróis não morrem, eles são eternos, apenas ganham superpoderes extras como asas e o dom da invisibilidade. E me diziam que eles não existiam…
Por Célia Rabelo Silva Celia EEdilvo Silva

Aqui fica a homenagem do Piscina de Livros a esse maravilhoso super super-humano que lutou até onde conseguiu para salvar seus alunos. Descanse em paz!

Descanse em paz, professora Helley. Descansem em paz, todas as 7 criancinhas que ela não conseguiu salvar. Que Deus possa consolar todas as famílias envolvidas.
Continuar lendo ““Sim! Eles existem! – Por: Célia Rabelo Silva””

Indicações: “Manual de um Homicídio – Gonçalo JN Dias”

Boa tarde!!! 😁 O autor Gonçalo JN Dias, entrou em contato comigo e pediu que divulgasse o seu mais novo trabalho: “Manual de um Homicídio” que vai contar a história de Marina, uma mulher de 38 anos com um relacionamento desgastado, apaixona-se por um colega de trabalho, casado e com um filho. Os dois têm uma relação tórrida. Um deles comete um assassinato. O livro estará disponível gratuitamente na Amazon entre os dias 12 e 16 de Outubro. Vamos aproveitar!! Assim que eu terminar a leitura farei resenha do mesmo. Não percam!! 🤓#piscinadelivros #amoler📚 #autoresnacionais📖 #livrosmeuvicio

Resenha: “A menina que Tinha Dons – M. R. Carey”

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Antes de começar a resenha do livro vou falar um pouco do autor:  M. R. Carey que é de nacionalidade inglesa da cidade de Liverpool, é roteirista e romancista de horror e fantasia, além de escrever para as duas maiores editoras de quadrinhos dos Estados Uniodos, Marvel e DC. Foi responsável pelas séries “Lúcifer” e “Hellblazer”. Seus trabalhos aparecem constantemente na lista de mais vendidos do New York Times.

Enquanto lia o livro, resolvi assistir o filme, transformar a minha experiência de leitura em algo diferente. Muitos podem dizer que poderia ter atrapalhado e eu digo que não. O filme, em muitas partes, é totalmente diferente do livro, não estraga a surpresa do final, pelo contrário, o complementa. E bem na hora que o livro se torna de leitura difícil, chato, o filme também perde a graça, embora seja muito mais resumido. Se trata de uma obra que envolve distopia concomitante a um apocalipse zumbi, eu diria que ele começa diferenciado e no meio se torna bem maçante, se mantendo assim até o fim.  Uma instalação militar, várias crianças trancafiadas em celas, com militares amedrontados, professores desesperançados que lecionam em uma sala improvisada, médicos e laboratórios,  são os vários personagens e cenários que ambientam o inicio desta trama. Melanie é uma das residentes desta base. Muito inteligente e esperta, com 10 anos de idade, ela se destaca, possui grande imaginação que a permite vivenciar o mundo externo mesmo sem nunca tê-lo conhecido. Srta. Justineau, a professora que faz a diferença, tem grande apreço por Melanie, que adora ouvir de suas histórias como quem bebe de um ponte de mel. Sargento Parks, um dos responsáveis pela segurança das pessoas que trabalham naquela área, tem um grande medo e desconfiança das crianças ali encarceradas. E por fim, Dra. Caldwell, a médica da instalação, que desenvolve um trabalho secreto que será de grande horror futuramente para a pequena Melanie. Esses  personagens nortearão o enredo.

“De repente ela é uma formiga toda esmagada no chão daquele mundo.”

Os dias de Melanie são bem simples, fica trancada na sela, se arruma na cadeira para ser conduzida para a sala de aula, volta para sua cela e lá mesmo se alimenta,  imagina o mundo exterior e passa a perceber que muitos de seus coleguinhas vão embora para nunca mais voltar. Ela não sabe do que acontece lá fora, se questiona sobre os colegas que somem selecionados pela Dra. Caldwell e é  nas aulas que o mundo da menina passa a não ter limites, principalmente nas de sua professora favorita.

“Ninguém sabe mais do que ela para onde realmente vão.”

Até que um dia, sua rotina muda, ela é a selecionada para “desaparecer” e quando chega ao laboratório da Dra. Caldwell, descobre com muito horror o que aconteceu com todos os outros e o que estaria prestes a acontecer com ela. Alarmes soam, a base é invadida, Melanie se salva momentaneamente e junto aos outros acima citados, ela parte para a descoberta do mundo e de si mesma, com todas as dificuldades que um cenário apocalíptico oferece. O livro aborda com riqueza de detalhes a inteligência emocional e a racionalidade, que torna o homem uma espécie diferenciada, além de, algo que está presente todos os dias na natureza, a seleção natural.  Não direi que é um livro fantástico, pois para mim, digamos que ele tinha tudo para ser perfeito e não foi bem assim que aconteceu no desenrolar da trama, mas se você gosta deste gênero, não pode deixar de ler. O final é irritantemente impressionante.  Não entrou para minha lista de favoritos, mas valeu a leitura.

“… como Pandora, abrindo a grande caixa do mundo e sem ter medo, nem mesmo se importando se o que estava dentro era bom ou ruim. Por que contém as duas coisas. Tudo sempre contém as duas coisas. Mas é preciso abrir para descobrir.”

ONDE ADQUIRIR:

Amazon: Em oferta por R$18,90 na edição física ou R$10,83 para kindle na versão digital. Link abaixo:
A Menina que Tinha Dons

Ao adquirir esse livro pelos links acima, você pode ajudar o Piscina de livros a crescer. Não perca a chance de adquirir esse excelente livro.

 

Seleção de Parceiros – Bem-te-Li

Bom dia, vim comunicar que o Bem-te-Li abriu o processo de seleção de parceiros e serão 3 parceiros alternados mensalmente. Para quem não sabe do se trata, é uma mistery box literária que conta com lindos brindes além do livro que você pode escolher pelo gênero de sua preferência. Mais informações nos próximos posts. Aproveite e faça parte também. As assinaturas são a preços bem populares, no momento, R$69,90.